segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Coleção Origamis do Cerrado

Minha filha pediu um poema sobre o Ipê Amarelo,
e fiquei na dúvida sobre como começar
se a beleza dessa flor é efêmera ou fugaz.
E a mente tenta armar uma prosa,
sai por aí pelos cerrados e caraíbas.
Vejo tantas tantas cores,
mas nada como esse amarelo,
que nem faz parte das minhas roupas,
talvez por ser tão belo
13-09-2015
(Leonardo Costa - Meu pai)

Fazia tempo que não vinha no blog pra escrever pra gente.
Hoje eu queria compartilhar com vocês um trabalho que me dá muita referencia de criar.
Sabemos como a nossa família  é referencia em tudo que a gente faz.
Antes mesmo de continuar a escrever eu quero vocês conheçam a coleção Origamis do Cerrado.


O cerrado na minha vida foi sempre familiar.
A  historia deste trabalho começa pela falta de tempo de observar.
Todos os dias passo em frente a um Ipê e não sei porque não tive coragem de parar em tirar uma foto.
É bobo porque dado o amor ao meu trabalho às cores e formas deveria ser crucial parar para ter sempre referencias.


Contemplar é minha inspiração de tudo que crio.
Quando falei em família é porque desde pequena vi meu pai e minha avó contemplando o milagre do cerrado.
O Ipê se dá no momento em que todo mundo ta morrendo de calor. Não só com calor, mas momento em que nossa vida e alma precisam se hidratar.
Os ipês do cerrado em origami, são a dobra que representam o que  de maior tem no processo de mudança.


O momento de ver o que mais de bonito a gente tem quando tudo parece seco.
Bem vindos à minha coleção que renasce da influencia mais intima que espero ter com vocês.
Apreciem este trabalho de forma leve e especial.
Ele foi feio pro seu casamento, ele foi feito pra você, pra mim e pra tornar tudo que ta sem vida mais feliz!






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